Inovação sem complicação nem mistério

O que vc pensa quando ouve a palavra inovação? Novas máquinas, aparelhos de última geração e tecnologias diruptivas?

Sim, isso tudo também faz parte do contexto. Mas inovar não é nada do outro mundo.

Inovação nada mais é do que a capacidade de lançar novos olhares para situações antigas ou corriqueiras, para encontrar conexões inusitadas entre os objetos e, com isso, gerar resultados diferentes dos experimentados até então.




Inovação nada mais é do que a capacidade de lançar novos olhares para situações antigas ou corriqueiras, para encontrar conexões inusitadas entre os objetos e, com isso, gerar resultados diferentes dos experimentados até então.

Porque inovação não é necessariamente encontrar uma solução 100% inédita. É principalmente buscar uma resposta diferente para o desafio que se apresenta. É menos sobre (re)inventar novamente, mais uma vez, a roda e mais sobre como dar novos usos ao artefato circular.

Ok, mas qual o objetivo de introduzir uma cultura de inovação nas empresas?

Primeiro, como a resposta mais adequada a ambientes cada vez mais competitivos, mais desafiadores e com um mercado consumidor cada vez mais exigente.

Segundo, como forma de aumentar a eficiência de processos por intermédio da introdução de práticas inovadoras.

E como é possível levar essa mudança para dentro das empresas?

Antes de partir para soluções tecnológicas, é preciso desenvolver um pensamento coletivo transformador na empresa. Isso envolve compartilhar os benefícios da mudança que se busca, desenvolver a comunicação entre os membros e estimular a cultura colaborativa, tanto interna quanto externa.

Porque implementar a inovação de forma assertiva começa com práticas que envolvem toda a cultura organizacional. É o desafio de olhar o ordinário de todo dia e nele enxergar o extraordinário!

Uma das formas de conseguir essa mágica é implementar ações para incentivar a criatividade. Equipes estimuladas a colaborar com ideias sem medo de errar são mais capacitadas a encontrar as tais conexões inusitadas entre A e B.

Além disso, a colaboração tem papel decisivo tanto dentro quanto fora da empresa. Internamente é uma ferramenta de troca entre os indivíduos, o que permite melhorar não só os processos internos, mas também dar um up no clima organizacional através da valorização das pessoas.

Já com a colaboração externa, na troca de experiências que ocorre entre empresas do mesmo mercado (também chamada de benchmarking), os ganhos estão relacionados não só com o incremento dos fatores internos, mas sobretudo à melhoria nas dinâmicas com outros atores, como fornecedores, operadores logísticos, clientes e entidades governamentais.

Ah, um último lembrete: não importa a natureza do negócio nem o tamanho da empresa. Todas podem se beneficiar das mudanças que uma cultura organizacional voltada para a inovação proporciona.

Fonte: Harvard Business Review Brasil

📸: Mika Baumeister | Unsplash

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